Nov 19

Descabelada

Com progressiva :)

é, eu me rendi, lutei por muitos anos contra a natureza, mas finalmente encarei de frente e comecei a mudar. Semana passada eu fiz a tal da “Escova progressiva“. Sabe pode parece algo idiota, mas eu relutei em tomar a decisão, já que na primeira vez que resolvi fazer uma doidera dessas, 2 meses depois cortei meu cabelo curtíssimo, e fiquei parecendo usar capecete por muito tempo :(

desta vez, fui abduzida pela Oswaldo, o cabelereiro da minha sogra, que de tão legal, me convenceu, aliás eu me deixei convencer. Semana que vem voltarei lá, desta vez para que minhas sombrancelhas sejam cuidadosamente desenhadas (sim porque parece ter sidos rabiscadas) pelo Lek, sim o mais famoso entre todas as moçoilas de Indaia.

Sim e lá vamos nós. Me lembro sempre de um episódio “the new adventures of old christine” onde ela por sair com um homem + novo (meu marido é mais novo que eu) ela decide que precisa dar uma levantada no visual, hehe é hilário. Enfim estou me vendo no mesmo capítulo :)

…. já até penso em fazer uma tatuagem … aliás duas … uma com o nome do meu marido e outro com 2 patinhas (1 do Tron e outro da Cristal) …

Nov 19

Conheci as três Balzaquianas quando trabalhávamos num provedor de Internet. A primeira foi a Dany. Foi ela quem me recebeu em meu primeiro dia de trabalho e me apresentou o “Data Center”. Estava tão elegante que me preocupei: “Meu Deus! E agora? Não tenho roupas tão lindas e não sei me vestir tão bem”.

A Fá conheci por intermédio da Dany. Duas meninas que se odiavam na infância e que hoje são muito mais que irmãs. Achei que a Fá não fosse com a minha cara e me senti uma intrusa na amizade delas… Engano meu, me recebeu de braços abertos.

Aliás, de tão amiga, a Fá foi a pessoa que me deu a maior lição de moral de toda a minha vida. Chorei feito uma criança, mas aprendi muito e agradeço até hoje por isso.

A Carol foi a amizade mais inusitada de todas. Falava com ela por email por causa do trabalho, conversávamos por horas pelo icq (ou licq) e continuou sendo assim por anos e várias ferramentas de comunicação diferentes e imagináveis. Até que, também por intermédio da Dany, finalmente a conheci. Foi como se nos conhecêssemos pessoalmente há um tempão.

Impressões sobre minhas amigas (em ordem alfabética):

A Carol é uma das pessoas mais inteligentes e cultas que eu conheço. Centrada, bem-humorada e extremamente observadora. Conversar com a Carol está na lista de “coisas que mais gosto de fazer”, apesar de fazer um tempão que não batemos esses papos. É sempre bom aprender algo novo com ela, compartilhar das mesmas idéias e pontos-de-vista (nem sempre as mesmas idéias e pontos-de-vista) e dar risadas de suas tiradas impagáveis e inteligentíssimas. Admiro até!

A Dany é cativante. Aquela pessoa que sentimos vontade proteger e cuidar contra todo e qualquer mal. Vejo a Dany como o alicerce de nossa amizade, como uma matriarca daquelas famílias tradicionais que não são nada sem a presença dela. Carinhosa e amorosa, é dona de um dos maiores corações do mundo, sempre disposta a ajudar a quem for, nem que seja com uma simples palavra de consolo, coragem e incentivo. Toda essa bondade herdada, é claro, da mãe Natália.

Da Fá sou fã de carteirinha. Mulher inteligente, independente, lutadora e, acima de tudo, uma vencedora. Apesar de parecer muito forte, sei que também é uma mulher sensível, que muitas vezes se sente triste e sem forças perante as dificuldades que a vida impõe. Mas ela não se entrega e sempre persiste, até o fim. Nunca desiste dos sonhos e obstáculos. O resultado disso tudo é que a Fá torna a vida das pessoas que a cerca muito melhor e mais feliz. Uma heroína, minha heroína! E tudo isso sempre linda e chiquérrima, mesmo quando está calçando um simples par de Havaianas.

Defeitos??? Esses são os mesmos para todas. Somos chatas, teimosas, orgulhosas, birrentas e confusas, muito confusas…

Nem preciso falar o quanto amo e me espelho nessas moças para tentar me tornar uma pessoa melhor.

Nov 12

Ando preguiçosa, não sei se devo conjugar o verbo ser ou estar, mas é como me sinto nos últimos dias, talvés baseado na cirurgia, dói, incha, sei lá. Hoje é dia da consulta na médica, vamos ver o que ela me diz, pelo menos já separei a calça molinha, essa cabe.

Nov 11

a primeira é aprender a mexer no wordpress…. ;-)

e a segunda é mantermos o nosso bebê forte, bonito e saudável.

Meninas, isso aqui vai ter futuro !

Nov 10

Quem fomos…

Quem somos…

E quem seremos…

Nov 9

Oies, acho que o interessante é começar pela apresentação de cada um das lindas mulheres que contribuirão aqui … ps: estou muito muito muito feliz por ele ter nascido :) nosso bebê. Agora o que precisa ter mesmo é disciplina afinal um pequeno ser depende de nós … veremos se estamos preparadas :)

Nov 8
Nasceu!
icon1 admin | icon2 Uncategorized | icon4 11 8th, 2008| icon3No Comments »

Este blog nasceu há quatro anos. Talvez cinco.

Só que naquela época, ele não poderia ter este nome. Não poderíamos carregar esta classificação.

Chegamos aos 30 e com isto muita coisa mudou. Ou não.

Segundo o Dicionário Informal, o termo “balzaquianas” refere-se à mulher de aproximadamente 30 anos, da obra do escritor francês Honoré de Balzac, que escreveu “A mulher de 30 anos”. Antes um pouco pejorativo, na época em que a mulher de 30 anos já era considerada “coroa”, hoje um rasgado elogio àquelas, que, aos 30, estão na flor da idade, atraentes não só por sua beleza, mas também por se encontrarem na plenitude de sua feminilidade, das conquistas profissionais, amorosas, familiares, financeiras, sociais, etc! Enfim, o apogeu de si própria, o supra-sumo da feminilidade, o equinócio hormonal entre beleza, vivência e independência.


E diz-se por aí, que a brasileira de 30, substitui fácil, fácil duas de 15… pelo menos é o que diz a maioria…

Há quem empregue a palavra balzaquiana de forma pejorativa e até negativa. Mas, na realidade, é com 30 anos que as mulheres chegam ao seu ápice: mais maduras, realistas e vividas, elas esbanjam sensualidade e realização.

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